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Arquivo Legal da Família Alves

Documentação das disputas judiciais envolvendo a Família Alves, incluindo falências dos anos 90, torres de edifícios e massas falidas.

A História

A família tinha a terra

A família (três ramos: Leopoldino Alves, Alves Ometto e Alves Mattedi) era dona de dois terrenos grandes em Piracicaba. Fizeram um acordo com a CGS Construtora: "Vocês ficam com a terra, constroem os edifícios e nos entregam apartamentos." A CGS faliu na década de 90 — obras pararam, a família ficou sem os apartamentos e sem os terrenos.

Entra a TROPCONS

Surge a TROPCONS Construtora, fundada por Neusa Verdicchio e Luiz Carlos Bená. A família assina um contrato cedendo para a TROPCONS todos os direitos sobre as incorporações do Tarumã II e Marajoara. A TROPCONS herdou o papel que era da CGS — o direito de desenvolver os empreendimentos.

A batalha jurídica

Em 2002, a família contrata o Dr. Constantino para processar a CGS por rescisão contratual. O processo durou mais de 20 anos. Hoje, o Dr. Constantino cobra R$ 1.701.360,00 de honorários de sucesso (12% sobre os terrenos recuperados).

A GVB cobra a conta

Agora a GVB Patrimonial — empresa da mesma família Verdicchio Bená da TROPCONS, mesmo endereço, mesmo sobrenome — cobra R$ 456.816,03 da família via processo judicial ativo. O advogado que representa a GVB é Luis Gustavo Verdicchio Bená, provavelmente o filho dos fundadores da TROPCONS.

Informação

Para entender como todas as empresas e processos se conectam, veja o Mapa de Relacionamentos.


Pendências Ativas

🔴 Urgente — Processos Judiciais com Risco Financeiro

Perigo

1. Liquidação GVB Patrimonial — Processo 0010213/2023

  • Valor cobrado: R$ 456.816,03
  • Quem cobra: GVB Patrimonial (= família Verdicchio Bená, mesma da TROPCONS)
  • Status: Ativo — perito respondendo impugnações (última mov.: 19/04/2026)
  • Risco: A família pode não ter defesa ativa neste processo
  • Ver processo

Atenção

2. Honorários Dr. Constantino — R$ 1.701.360,00

  • Cálculo: 12% sobre 14.178 m² × R$ 1.000/m²
  • Status: Em negociação — contra-proposta da família pendente
  • Posição da família: Ganho foi em terreno, não em dinheiro
  • Ver detalhes

🟡 Obrigações da TROPCONS Não Confirmadas

Atenção

3. TROPCONS — Contrato de 2018 descumprido?

O prazo de 30 meses (cláusula 8ª) venceu em outubro de 2020. Não há confirmação de que as seguintes obrigações foram cumpridas:

  • R$ 200.000 de garantia entregue à Andréa para o IPTU
  • Regularização do IPTU em 2 meses
  • Unidades transferidas aos compradores/oponentes
  • Indenização aos 3 oponentes da Oposição (Paulo Silveira, Jose Gozetto, Luiz Leite)

Ver contrato


🟡 Regularização dos Empreendimentos

Atenção

4. Tarumã I — Regularização

  • ISS pendente (~R$ 360.000)
  • INSS pendente
  • Escritura dos apartamentos inexistente
  • IPTU cobrado indevidamente da família

5. Tarumã II — Incorporação travada

  • Bena precisa quitar ISS, INSS e CND antes de incorporar
  • Bena vendeu 4 apartamentos sem autorização
  • 2 torres ainda não construídas

🔵 Informações em Aberto

As seguintes questões precisam ser respondidas pelo pai para avançar na documentação:

  1. O "Bena" das obras é o mesmo Luiz Carlos Bená da TROPCONS?
  2. Quem são os 3 oponentes (Paulo Silveira, Gozetto, Leite)?
  3. O que a TROPCONS cumpriu após 2018? A Andréa recebeu os R$ 200k?
  4. O que exatamente a família ganhou na ação contra a CGS?
  5. Alguém está acompanhando o processo da GVB (R$ 456k)?

Status Geral

EmpreendimentoSituaçãoPrincipal Pendência
Tarumã IObras concluídasISS, INSS, escritura
Tarumã II3 de 5 torresIncorporação travada (Bena)
MarajoaraA documentar

Processos

Entidades

Cronologia e Relacionamentos