Áudio Sergio — 23/04/2026
Atualização enviada por Sergio sobre a situação das áreas remanescentes e a negociação com Luiz Carlos Bená (TROPCONS).
Áreas remanescentes — o que a família tem
| Empreendimento | Torres da família | Observação |
|---|---|---|
| Tarumã II | Torre 3 e Torre 5 | 2 áreas — confirmado |
| Marajuara | Torre 2, Torre 4 e Torre 6 | 3 áreas — mas deveriam ser 4 |
Alegação grave: Torre 5 do Marajuara foi removida do contrato
Perigo
Sergio afirma que o contrato de 2018 foi alterado por Bená antes de ser assinado.
A família esperava receber 4 áreas no Marajuara (Torres 2, 4, 5 e 6). Porém, o contrato assinado lista apenas as Torres 2, 4 e 6 — a Torre 5 foi retirada sem aviso.
Além disso, há uma cláusula no contrato que estabelece que "o que sobrar da área é de Bená" — o que fez a Torre 5 passar automaticamente para a TROPCONS.
A anotação manuscrita "FALTANDO 1 TORRE" encontrada na página 6 do contrato provavelmente registra este momento em que alguém percebeu a mudança.
Bená não abre mão da Torre 5. Afirma que está no contrato e é dele.
Proposta acordada para o Tarumã II
A negociação com Bená avançou para o seguinte formato:
Informação
O que a família entrega:
- As 2 áreas remanescentes do Tarumã II (Torres 3 e 5)
O que a TROPCONS deve entregar em troca:
- 2 apartamentos que Bená já comprou
- 2 apartamentos adicionais que Bená comprará e entregará à família
- Assunção dos honorários do Dr. Constantino
Condição obrigatória:
- Tudo homologado judicialmente — o juiz formaliza e a TROPCONS assume perante o juiz toda responsabilidade futura pelo processo
Situação do Marajuara — mais complicada
Atenção
Os moradores do Marajuara não querem ouvir falar em Bená — sabem de problemas anteriores com ele.
A advogada dos moradores pediu que a família apresente uma proposta formal para ela levar aos proprietários.
O juiz, ao analisar qualquer acordo, consultará os proprietários. Eles podem se opor, mas precisarão provar que Bená é inadequado. Sem prova formal, o juiz tende a autorizar o acordo.
Sergio: "Eles não podem falar 'não queremos'. O juiz quer saber o motivo. Se não provarem, tá feito."
Tom geral de Sergio
Sergio está disposto a abrir mão de tudo para encerrar o caso:
"Perdemos tudo. Perdemos os terrenos, pagamos, gastamos. Só deu prejuízo, dor de cabeça, nervosismo. A ideia é sair."
A prioridade é a homologação judicial — uma vez feita, tudo que acontecer depois é responsabilidade de Bená. A família fica completamente desobrigada.
Próximos Passos
- Aguardar retorno formal de Bená (semana de 27/04/2026)
- Preparar proposta formal para os moradores do Marajuara
- Avançar com homologação judicial para o Tarumã II
- Avaliar o que fazer com a Torre 5 do Marajuara (disputa sobre a alteração do contrato)